sexta-feira, 3 de junho de 2011

SOBRE CLARICE LISPECTOR

- Sou aos poucos.

- A vida serve para se morrer dela.

- Às vezes o que nos salva a alma são os vícios.

- Eu só rezo porque palavras me sustentam. Eu só rezo porque a palavra me maravilha.

- Talvez só se possa acreditar completamente no que não se pode ver.

- Criei em mim uma realidade. De vez em quando mudo de realidade.

- O mundo me vencerá mas pelo menos eu farei uma coisa decente: morrerei.

- Tem gente que cose para fora. Eu coso para dentro.
In: OlgaBorelli, Clarisse Lipector. Esboço para um possível retrato. Ed. Nova Fronteira, RJ, 1981.

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