- Sou aos poucos.
- A vida serve para se morrer dela.
- Às vezes o que nos salva a alma são os vícios.
- Eu só rezo porque palavras me sustentam. Eu só rezo porque a palavra me maravilha.
- Talvez só se possa acreditar completamente no que não se pode ver.
- Criei em mim uma realidade. De vez em quando mudo de realidade.
- O mundo me vencerá mas pelo menos eu farei uma coisa decente: morrerei.
- Tem gente que cose para fora. Eu coso para dentro.
In: OlgaBorelli, Clarisse Lipector. Esboço para um possível retrato. Ed. Nova Fronteira, RJ, 1981.
Samanea tubulosa (Benth.) Barneby & grimes
Há 12 anos
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