domingo, 4 de setembro de 2011

SOBRE O ÓCIO.

- Nada fazer é a mais forte das paixões. Rousseau.

- A gente não tem fazer tudo que a gente tem que fazer. Rubem Braga.

E viva Rimbaud que, aos dezessete anos, já havia percebido as armadilhas do trabalho:
- Pedi-lhe que me indicasse ocupações pouco absorventes porque o pensamento reclama grandes períodos de tempo.
- O trabalho está mais longe de mim, do que minha unha está de meu olho.
A. Rimbaud, “Carta a Paul Demeny”, e “Carta ‘martírica’ a Verlaine”. In. Ivo Barroso, Arthur Rimbaud, Correspondência.

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