- Todo o cultivar da concentração é essencialmente errado, desde o início. Pois como poderá alguém, cultivando a concentração, obter concentração? Shen-Hui. In: Allan Watts, O Budismo Zen.
- Concentrarmo-nos na mente e contemplá-la até que esteja imóvel, é uma doença e não Dyhana. Constranger o corpo, ficando sentado durante muito tempo - em que isso pode ajudar a alcançar o Dharma? Hui-Neng. In: Allan Watts, O Budismo Zen.
- Jung também é cético quanto a eficácia dessas técnicas: Nosso caminho começa em nossa realidade e não nos exercícios de Yoga, que nos desviam dela. C. G. Jung e R. Wilhelm. In: Carl Gustav Jung e Richard Wilhelm, O segredo da flor de ouro.
- (...) Quanto a ficar sentado como uma árvore morta e deixar a mente inerte como cinza fria - essas são apenas técnicas secundárias de focalização do espírito. Eva Wong. In: As artes taoístas da saúde, da longevidade e da imortalidade.
- Parar o curso da vida e contemplá-la não é o objetivo do zen. (...) Podemos agora ver quanto se diferencia o zen da meditação, do modo por que esta é geralmente compreendida e praticada. In: Daisetz Teitaro Suzuki, Introdução ao Zen-Budismo.
- Se queres alcançar o budato permanecendo sentado de pernas cruzadas, matá-lo-ás. Enquanto não te libertares deste modo de sentar, não chegarás à verdade. D. T. Suzuki. In: Carl Gustav Jung, Psicologia e religião oriental.
- Acho que não haverá duvidas de que esses primeiros mestres Ch’an, tais como Seng-Ts’an, Hui-neng, Shen-hui, Ma-tsu e até mesmo Lin-chi, não apenas deixavam de enfatizar a importância dos exercícios de meditação, mas com freqüência descartavam-nos como irrelevantes (...) Todas as evidências corroboram a visão de que os mestres do Ch’an deploravam o uso de exercícios de meditação como forma de obter o verdadeiro insight. Obtive confirmação posterior desta visão em discussões particulares com D.T. Suzuki e R.H. Blyth, os quais consideravam o zazen compulsivo das ‘pernas doloridas’ um fetiche supersticioso da moderna prática Zen. In: Allan Watts, Tao, o curso do rio.
De fato, essa desconfiança em relação a posturas fixas, rígidas e devocionais remontam as próprias origens do Taoísmo.
Samanea tubulosa (Benth.) Barneby & grimes
Há 12 anos
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