I
Profano como escolha.
Intuição como método.
Sabedoria como fim.
II
O filósofo intuitivo e profanamnte sábio
trava uma luta insana em torno de sua sanidade.
Sim, quanta lucidez suporta
um caminhante solitario de si mesmo?
III
O que tenho de mais profundo
é o que me é mais estranho.
Onde, verdadeiramente, sou?
(Sou, onde não me confesso).
IV
É preciso ser louco,
pra ser só um.
Samanea tubulosa (Benth.) Barneby & grimes
Há 12 anos
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