sexta-feira, 1 de abril de 2011

VIDA VIVIDA E VIDA NÃO VIVIDA.

Minha mãe (87 anos) e sua irmã, Tia Lucia (91 anos), numa tarde de puro ócio e curtição no sítio, puxaram pela memória e desenterraram esse poema. Evidentemente, não conseguiram mais se lembrar de seu autor. Bem, fuçando na internet, descobri: o autor é Francisco Octaviano (1825/1889). Olha só que barato: Quem passou pela vida em branca nuvem/e em plácido repouso adormeceu./Quem não sentiu o fio da desgraça,/quem passou pela vida e não sofreu,/foi espectro de homem, não foi homem/Só passou pela vida, não viveu.

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