Uma biblioteca é sempre imaginária e infinita.
Desejo bruto que não se esgota.
Centro do (meu) universo.
Labirinto borgeano onde me perco e me acho.
Livros são só um: justa medida do que se é.
Abertos: dizem quem somos.
Fechados: referência material e conforto espiritual.
Relação delicada de mútua dependência.
Mesma identidade numa mesma unidade de sentido.
Afetuosa e recíproca semelhança cotidiana.
Extensão e prolongmento
Samanea tubulosa (Benth.) Barneby & grimes
Há 12 anos
Ora...achei o máximo esses poemas, por que é que ninguem posta nenhum comentário né??
ResponderExcluirgostei pra chuchu, li várias vezes...beijo!
(marília)