quinta-feira, 3 de junho de 2010

Livros

Uma biblioteca é sempre imaginária e infinita.
Desejo bruto que não se esgota.
Centro do (meu) universo.
Labirinto borgeano onde me perco e me acho.

Livros são só um: justa medida do que se é.
Abertos: dizem quem somos.
Fechados: referência material e conforto espiritual.

Relação delicada de mútua dependência.
Mesma identidade numa mesma unidade de sentido.
Afetuosa e recíproca semelhança cotidiana.
Extensão e prolongmento

Um comentário:

  1. Ora...achei o máximo esses poemas, por que é que ninguem posta nenhum comentário né??
    gostei pra chuchu, li várias vezes...beijo!
    (marília)

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